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quinta-feira, 9 de julho de 2026

INCLUSÃO OU CONTENÇÃO?

 

INCLUSÃO OU CONTENÇÃO?

Prof. Gilvan Teixeira

profpreto@gmail.com

blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br

 

            Dizem que errar é humano, enquanto insistir no erro é estupidez. Pois é... A dita “inclusão” que vem sendo colocada em prática na esmagadora maioria das escolas públicas e privadas do país é um misto de estupidez e desumanidade, com sérios prejuízos a todos os envolvidos: profissionais da educação, alunos e suas famílias. Ironicamente, quem mais perde são os próprios “atípicos” que, em teoria, deveriam ser os principais beneficiados com a referida política de inclusão. Esta tem contribuído para materialização dura e cruel da conhecida Lei de Murphy, onde nada é tão ruim que não possa piorar. As escolas vêm se transformando, cada vez mais, não em lugar de aprendizagem e socialização, mas de adoecimento e flagrante processo de trogloditalização e embrutecimento. Passa-se quinze, vinte anos na escola e, vergonhosamente, chega-se ao término da educação básica mal sabendo ler, escrever, interpretar, calcular... A construção e ampliação do conhecimento são, de longe, suplantadas pela tentativa (não raras vezes, frustrada) de solucionar conflitos, apagar “incêndios” e tentar equacionar os incontáveis e recorrentes problemas da falta de professores. Turmas abarrotadas, crianças saindo pelo ladrão, salários aviltados, jornada de trabalho insana e extenuante, estruturas precárias, falta de suporte, enfim, todos os ingredientes de uma receita fracassada. É nesse quadro caótico que vêm sendo depositados os alunos atípicos. O que se vê, na prática, não é “inclusão”, mas – na melhor das hipóteses – uma tentativa desesperada de “contenção” de muitos desses alunos. Gasta-se energia, tempo, bem como recursos humanos e financeiros para “contê-los” durante algumas horas, sem nenhum ganho real no que tange à aprendizagem e efetiva preparação deles para que, ali adiante, sejam adultos funcionais, com alguma autonomia. Atenta-se, assim, contra a qualidade de vida e o futuro dessas crianças e adolescentes. Concomitante a isso, os “não-atípicos” vão de mal a pior, sem nenhuma perspectiva de romperem os pífios resultados escancarados, por exemplo, no IDEB. Sobram discursos “politicamente corretos” na defesa da fajuta política inclusiva hoje preponderante no país, discursos estes frutos da ignorância – ainda que bem intencionada –, do desespero de famílias abandonadas pelo Estado, da inexistência de políticas públicas eficientes, do academicismo flagrantemente descolado do “chão de fábrica”. A inclusão precisa sair do plano meramente teórico e quase sempre vazio. Exige-se humildade intelectual e abertura para o diálogo com todos os envolvidos, especialmente família e escola, tendo como preocupação-primeira o aluno atípico. O “estudo de caso” deve balizar as ações a serem adotadas, o melhor e mais adequado espaço ao aluno (escola regular ou especial?!), para que este possa desenvolver suas potencialidades. Adotar uma régua única para todos os casos, obrigando-os a estarem numa escola regular, afronta a sensatez e sabota qualquer possibilidade de garantir aos alunos atípicos direitos assegurados na Constituição, em especial o da dignidade da pessoa humana. Improvável que esta prospere no ambiente cada vez mais insalubre da dita escola regular.

domingo, 5 de julho de 2026

NÃO À VIOLÊNCIA NO AMBIENTE ESCOLAR!

     Infelizmente, a violência tem sido comum no ambiente escolar. Apesar de não surpreender - afinal, a escola não é uma ilha -, urge refletirmos sobre o problema, identificarmos suas causas e criarmos estratégias no sentido de combatê-lo ou, no mínimo, mitigá-lo. A temática da violência escolar - tendo como vítimas alunos e profissionais de educação - permeia todos os componentes curriculares: Geografia, Sociologia, Filosofia, Itinerários... Pensar em sustentabilidade, por exemplo, sem levar em conta as relações entre as pessoas, inclusive dentro da escola, carece de sentido! 

    Acesse e analise com atenção os materiais a seguir:

1- https://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2026/07/02/lamina-de-vidro-em-copo-de-agua-de-professora-saiba-o-que-pode-acontecer-com-os-alunos-e-pais-envolvidos.ghtml 

2 - https://www.facebook.com/share/p/1LAxnmqKug/

    A partir dos textos acima, sugere-se aos alunos que elaborem um Card trazendo uma das mensagens a seguir:

a) apoio à Profª. Michele!

b) não à violência nas escolas!

c) respeite o Professor! 

d) valorize a Educação!

e) somos maioria!

f) outro (a combinar com o Prof. Gilvan). 

    Todo material criado, após aprovado pelo Professor, poderá ser veiculado nas redes sociais. Passarão por votação, sendo que os três melhores receberão "bônus" trimestral. O Card, além da mensagem, trará o logo da Rede SF, nome da Escola (Instituto São Francisco - Santa Família), nome do Professor (Gilvan) e do(s) responsável/responsáveis (máximo 02) pelo material e turma. 

    Beijo no coração e bom trabalho!

sábado, 17 de janeiro de 2026

ATIVIDADE DE GEOGRAFIA ENSINO MÉDIO INSTITUTO SÃO FRANCISCO - SANTA FAMÍLIA


Tudo bem? Vimos nas aulas de Geografia o conceito de Globalização. Como a atual política estadunidense atenta contra o chamado "multilateralismo"? Pesquise, ainda, acerca do acordo  entre Mercosul e União Europeia - assinado em 2026 - e como ele busca fazer frente à política externa dos Estados Unidos. A presente Atividade será feita no caderno e corrigida em aula. Abraço!