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sábado, 19 de agosto de 2017

CACHORRO, SOMOS NÓS...

CACHORRO, SOMOS NÓS...
Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br



                Verdadeira ofensa à classe dos mammalias e à família dos canidaes, a declaração de um ministro do STF não surpreende. Deixa às claras o que há muito é sabido: o Judiciário, nem de perto, é sinônimo de ética ou credibilidade. Os mesmos vícios, que deveriam ser exemplarmente punidos pela caneta do magistrado, tangenciam a conduta de inúmeros juízes Brasil à fora, da primeira à última instância, da longínqua comarca do interior à mais alta Corte. Os valores trazidos na cartilha são letra-morta, sucumbem frente à consciência putrefata daqueles que usam a normativa jurídica para defesa de interesses escusos. Hermético é não apenas o “juridiquês”, mas o corporativismo doentio que, historicamente, vem sangrando os cofres públicos e cristalizando privilégios, em detrimento do interesse público. Donos de uma falsa moral, não são poucos os togados que, feito abutres, alimentam-se da carniça de um país combalido e sôfrego. Ao que tudo indica, fazendo uso da verborreia do ministro que acredita ser Deus, o Judiciário – não apenas, e eventualmente, o instituto do habeas corpus – tem, muito comumente, se tornado um “valhacouto de covardes”. O dito ministro, ao que tudo indica, parece também ter confundido a relação entre o cachorro e seu rabo. Precisa entender que ele, SERVIDOR PÚBLICO, é o “rabo”, enquanto quem o paga (a quem ele chama de “opinião pública”) é o “cachorro”.  Tantos anos enfiado em seu gabinete, embasbacado entre incontáveis benesses, talvez o tenha feito perder o sentido da dura realidade da maioria de nosso povo. Não se ponha a carreta na frente dos bois, “Excelência”! Não passas de um “rabinho”, pois que insignificante diante daquele que te dá sentido. Cachorro, e dos grandes, somos nós! Infelizmente, cachorro cotó, pois que, lamentável e vergonhosamente, o nosso “rabo” tem sido de pouca serventia. Apesar de viver às custas de seu dono, mais tem estorvado do que ajudado. Não abana e nem tampouco espanta as moscas. Não denota tristeza, dor ou felicidade. Faz lembrar o apêndice, só lembramos dele quando inflama. Passou da hora do rabo colocar-se no seu devido lugar, assim como o Judiciário no seu. Saia este do meio entre as pernas da malfadada República e cumpra, já, com seu papel. Urge refundarmos este país, saldando a imensa dívida com seus cidadãos, sequiosos por serviços públicos de qualidade, necessitados de justiça social e cansados de tamanha exploração.  

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

DICAS PARA A PROVA DE RECUPERAÇÃO (SF)

DICAS PARA A PROVA DE RECUPERAÇÃO
Prof. Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br


TURMAS 22 E 23
Algumas verdades...

* A história constitucional do Brasil está marcada pela instabilidade, com significativo número de Cartas outorgadas, como a de 1824, 1937 e 1967.

* Os problemas de mobilidade urbana no Brasil devem ser creditados, por exemplo, à falta de investimentos, mau uso do dinheiro público e políticas públicas equivocadas.

* A proposta cartográfica do IBGE divide o Brasil em cinco regiões, buscando respeitar os limites territoriais dos estados brasileiros.

* O efeito estufa “antrópico”, tipicamente humano, é o que mais contribui para o chamado aquecimento global, uma das maiores preocupações ambientais da atualidade.

TURMAS 31, 32 E 33
Algumas verdades...

* O crescimento vegetativo diz respeito à relação entre as taxas de natalidade e mortalidade, também, infantis.

* A taxa geométrica de crescimento populacional envolve outros fatores que não apenas o crescimento vegetativo. Nos países em guerra, onde há uma intensa onda de dispersão populacional, a referida taxa tende a diminuir.

* O trabalho informal tem sido, para alguns, uma alternativa ao desemprego, porém a referida informalidade tende a agravar o desequilíbrio das contas da Previdência.


* A colonização europeia sobre os continentes africano e asiático fomentou os conflitos internos e contribuiu, mas não de forma determinante, para o subdesenvolvimento de boa parte daqueles povos. 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

GABARITO DA PROVA DO TERCEIRO ANO (TURMAS 31,32 E 33)


GABARITO DA PROVA DO TERCEIRO ANO (TURMAS 31,32 E 33)
Prof. Gilvan
 

OBS: Os erros estão em vermelho. As correções estão em azul.

I- Marque a alternativa correta: (vale 1,0 cada questão)

01. Leia as afirmações abaixo:
I- A temática da Campanha da Fraternidade de 2017, apesar de importante, mostra-se secundária diante de uma outra discussão: o exercício da cidadania. Este, especialmente num país em crise, tem deixado a desejar, devido, especialmente, aos obstáculos legais trazidos pela atual Constituição; (fundamental – desrespeito ao que está estabelecido na lei)
II- A teoria malthusiana trazia a ideia do descompasso entre a produção de alimentos e o crescimento populacional, ideia esta jamais confirmada, pois o ritmo de crescimento populacional, na Europa, por exemplo, decresceu, principalmente entre o final do século XVIII e a primeira metade do século XX; (o ritmo caiu foi a partir da segunda metade do século XX, na Europa)
III- “Média” e “expectativa” de vida caminham, necessariamente, em direções opostas. Exemplo disso é o Brasil, pois enquanto a “expectativa” de vida tem se aproximado à dos países do Norte, nossa “média” de vida denuncia o subdesenvolvimento. (normalmente, caminham na mesma direção)
Quanto às afirmações acima, nenhuma das alternativas.

02. Leia as afirmações abaixo:
I- O crescimento vegetativo diz respeito à relação entre as taxas de natalidade e mortalidade. Será positivo quando as primeiras forem superiores às últimas, levando, necessariamente, ao aumento da população; (não necessariamente)
II- O Brasil, apesar de subdesenvolvido, guarda importantes semelhanças demográficas com os países do Norte, como a baixa taxa de fecundidade e a expectativa de vida da mulher superior à do homem;
III- Dentre os fatores que têm contribuído para a queda nas taxas de fecundidade da população brasileira, podemos elencar o processo de urbanização, um maior acesso à informação e aos meios anticonceptivos, bem como o ingresso da mulher no mercado de trabalho.
Quanto às afirmações acima, somente II e III são verdadeiras.

03. Analise a imagem abaixo.
Baseado na imagem ao lado, bem como nas aulas de Geografia, é correto afirmar:
I- O processo de urbanização no Brasil guarda profunda relação com o crescimento industrial do país, tendo se acentuado, principalmente, a partir da década de 1970.
II- O movimento feminista e o ingresso da mulher no mercado de trabalho contribuíram para mudança de paradigma quanto ao papel feminino na sociedade
III – Dentre as causas para o aumento da população urbana brasileira, podemos citar o chamado Êxodo Rural, fenômeno este hoje menos intenso do que na década de 1970, quando o país viveu seu ápice industrial e democrático. (país vivia a Ditadura Militar)
Quanto às afirmações acima, somente I e II são verdadeiras.

04. Observe o quadro abaixo.
Baseado nos dados ao lado e nas aulas de Geografia, é correto afirmar:
I- A população relativa da Índia, apesar de menor do que a da China, tende a ser a maior do mundo nos próximos anos. (maior)
II- O Brasil é mais populoso do que a Rússia, porém menos povoado do que os Estados Unidos.
III – O Canadá é mais populoso e povoado do que que o Cazaquistão. (menos povoado)
Quanto às afirmações acima, somente a II é verdadeira.

05.. Leia as afirmações abaixo:
I- O crescimento vegetativo é um dado mais abrangente do que a taxa geométrica de crescimento populacional, pois o primeiro diz respeito tanto às taxas de natalidade, quanto às de mortalidade. (menos)
II- A taxa de reposição tem decaído, principalmente, nos países desenvolvidos. O Brasil, apesar de pertencer ao Sul, vem apresentando, quanto ao ritmo de crescimento populacional muitas semelhanças com o Norte. (ela é permanente, de 2,1)
III- A expectativa de vida da mulher brasileira, diferentemente de sua média de vida, tem sido superior à do homem. Um dos fatores que vem contribuindo para esse quadro diz respeito à “cultura” de prevenção de doenças, mais comum ao universo feminino. (da mesma forma)
Quanto às afirmações acima, nenhuma das alternativas.

06. Analise os gráficos abaixo:
Com base nos gráficos acima e nas aulas de Geografia é correto afirmar:
I- Quanto ao “bônus demográfico” brasileiro, a Pirâmide que melhor o ilustra é a de 2000, enquanto ao do Japão é a de 2050. (2020 – 2004)
II- Quanto ao “bônus demográfico” japonês, a Pirâmide que melhor o ilustra é a de 2004, enquanto ao do Brasil é a de 2020.
III- Brasil e Japão têm em comum, quanto ao “bônus demográfico”, aspectos como o mesmo período histórico, o aproveitamento e as perspectivas. (não têm)
Quanto às afirmações acima, somente a II é verdadeira.

07. Com base nas Pirâmides etárias acima e nas aulas de Geografia, é correto afirmar:
I- As Pirâmides etárias acima trazem outros dados que não apenas os relacionados à idade da população, mas, também, a divisão por sexo, por exemplo.
II- O Japão, ao longo dos últimos cem anos de história, sempre apresentou uma pirâmide etária típica de um país com boa qualidade de vida. (há cem anos tinha uma pirâmide típica do subdesenvolvimento)
III- A longevidade da mulher no Japão, comparada à do homem, é menos acentuada do que a da mulher no Brasil. (mais)
Quanto às afirmações acima, somente a I é verdadeira.

08. Analise a charge abaixo.
Baseado na imagem ao lado e nas aulas de Geografia, é correto afirmar:
I- O discurso acerca do “rombo na Previdência” é tão somente ideológico, afinal não encontra eco na realidade. (também – encontra)
II- Dentre as causas para alegada crise na Previdência, podemos elencar a má gestão, privilégios classistas e a corrupção.
III – O trabalho informal é uma das principais saídas para o desemprego e equilíbrio das contas da Previdência. (aumenta o desequilíbrio)
Quanto às afirmações acima, somente a II é verdadeira.

09. Analise a “tira” abaixo:
Baseado na “tira” ao lado e nas aulas de Geografia, é correto afirmar:
I- A religião tem sido, historicamente, a principal razão para a ignorância e violência dos povos. (não é a principal)
II- A religião, da mesma forma que os meios de comunicação, representa, inevitavelmente, uma ameaça à razão e consciência crítica das pessoas. (ela pode contribuir para promover a consciência crítica, assim como os meios de comunicação)
III – A religião, assim como os meios de comunicação, pode servir para promover a paz e o bem-estar das pessoas.
Quanto às afirmações acima, somente a III é verdadeira.

10. Leia as afirmações abaixo:
I- O subdesenvolvimento da África e da Ásia guarda profunda relação com o processo de colonização de povoamento imposto aqueles continentes. (exploração)
II- A colonização europeia sobre África, Ásia, América e Oceania foi muito semelhante quanto à época, características, causas e consequências. (épocas distintas)
III- A colonização europeia sobre os continentes africano e asiático fomentou os conflitos internos e contribuiu para o subdesenvolvimento da maioria daqueles povos. 
Quanto às afirmações acima, somente a III é verdadeira.

GABARITO DA PROVA DO SEGUNDO ANO (TURMAS 22 E 23)


GABARITO DA PROVA DO SEGUNDO ANO (TURMAS 22 E 23)
Prof. Gilvan
 

OBS: Os erros estão em vermelho. As correções estão em azul.

I- Marque a alternativa correta: (vale 1,0 cada questão)
 
01. Leia as afirmações abaixo:
I- A história constitucional do Brasil está marcada pela instabilidade, com significativo número de Cartas outorgadas, como a de 1824, 1937 e 1967.
II- Os biomas trazidos pela Campanha da Fraternidade deste ano são: Amazônia, Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga e Pampa. Enquanto este último está mais identificado com o Sudeste, o primeiro abrange, sobretudo, o Nordeste brasileiro. (Sul – Norte)
III- O tema/lema da Campanha da Fraternidade deste ano e a ideia de “cidadania”, apesar de dissociados entre si, são relevantes, especialmente naqueles países onde a fase da manufatura segue trazendo grandes prejuízos ao meio ambiente. (ligados – indústria moderna)
Quanto às afirmações acima, somente a I é verdadeira.

02. Leia as afirmações abaixo:
I- A teoria malthusiana, surgida na primeira metade do século XX afirmava que enquanto a população crescia de forma geométrica, a produção de alimentos se dava de forma aritmética, fazendo com que, num gráfico imaginário, as duas linhas (população e produção de comida) se encontrem à medida que avançamos no tempo. (segunda metade do século XVIII – distanciem)
II- A população mundial é, hoje, preponderantemente urbana. O referido processo de urbanização tem sido similar (quanto à época, causas e consequências) em quase todos os países da Terra.(distinto)
III- Os problemas de mobilidade urbana no Brasil devem ser creditados, sobretudo, às dificuldades físicas (naturais) do país, como a predominância dos rios de planalto, cadeias montanhosas e excessos do clima (chuvas, estiagem, neblina, etc.). (ações e omissões humanas)
Quanto às afirmações acima, nenhuma das alternativas.

03. Relacione as colunas abaixo:
(I) metrópole
(II) megacidade
(III) cidade global
(IV) artesanato
(V) manufatura
(VI) indústria moderna
(II) aquela que tem mais de dez milhões de habitantes.
(I ) “comanda” uma região conturbada.
(III) pode ser Alfa, Beta ou Gama.
(VI) intensa divisão do trabalho.
(IV) sem divisão do trabalho.
(V) pouca divisão do trabalho.

04. Analise a imagem abaixo, leia as afirmações e marque a alternativa correta:
I- A imagem ao lado retrata, principalmente, os países do Sul. O problema nela retratado tem como consequência, por exemplo, a formação dos aglomerados subnormais.
II- A imagem ao lado retrata o chamado Círculo Vicioso da Pobreza, onde, por exemplo, a dificuldade de acesso a uma educação de qualidade compromete a qualificação da mão-de-obra.
III- A realidade trazida pela imagem ao lado pode ser aplicada ao Brasil, em que pese sermos uma das maiores economias do mundo.
Quanto às afirmações acima, I, II e III são verdadeiras.

05. Analise o mapa abaixo.
Quanto ao mapa ao lado, é correto afirmar:
a) corresponde à divisão proposta por Pedro Geiger, onde se prioriza os limites físicos dos estados brasileiros;
b) corresponde à divisão proposta por Roberto Lobato, onde percebe-se, claramente, a falta de preocupação com os limites físicos dos estados brasileiros;
c) corresponde à divisão proposta por Milton Santos, com ênfase na concentração urbano-industrial;
d) corresponde à divisão proposta pelo IBGE, onde percebe-se, claramente, a falta de preocupação com os limites territoriais dos estados brasileiros;
e) n.d.a (resposta correta)

 

06. Analise a imagem abaixo.
I- O comparativo ao lado mostra que o efeito estufa “antrópico” contribui, mais do que o “natural”, para o aumento na temperatura da Terra.
II- O comparativo ao lado mostra que o efeito estufa “antrópico” contribui, menos do que o “natural” para o aumento na temperatura da Terra. (mais)
III- O comparativo ao lado mostra que o chamado efeito estufa é, também e sobretudo, um fenômeno natural e não apenas humano. (sobretudo, humano)
Quanto às afirmações acima, somente a I é verdadeira.

07. Relacione as colunas abaixo:
(I) artesanato
(II) manufatura
(III) indústria moderna
(IV) lixão
(V) aterro sanitário
(VI) compostagem
(IV) não segue critérios técnicos, com sérios prejuízos ao meio ambiente.
(V) segue critérios técnicos e há impermeabilização do solo.
(VI) há separação do lixo orgânico, com exalação de forte odor.
(III) iniciou na Inglaterra, no século XVIII.
(I ) mais longa fase da indústria.
(II) marcada pelo uso de máquinas rudimentares.

08. Assinale a alternativa que contém somente informações verdadeiras:
a) O Brasil é considerado um país do Sul porque tem seu território localizado, totalmente, ao sul do Equador. Possuímos uma economia altamente industrializada, especialmente na região Nordeste, enquanto a população brasileira está concentrada, sobretudo, no chamado Meio-Norte; (não há relação determinante – quase que totalmente – Sudeste – Sudeste)
b) O Brasil é considerado um país do Sul porque insere-se no rol dos países subdesenvolvidos. Possuímos uma economia bastante industrializada, especialmente na região Sudeste. Apesar da ocupação do interior, as principais regiões metropolitanas seguem próximas ao litoral, especialmente na região originariamente ocupada pelo bioma “Pampa”; (Mata Atlântica)
c) O Brasil, apesar dos inegáveis avanços, segue convivendo com inúmeros problemas típicos de um país do Sul, como a precariedade nos serviços de saúde, educação e segurança. Tais demandas são mais comuns nas áreas mais urbanizadas, como aquelas marcadas pela chamada conurbação;
d) O Brasil é considerado um país do Norte, pois boa parte de seu território situa-se na zona mais meridional da Terra. Apesar dos inegáveis avanços, o país segue convivendo com a corrupção, a criminalidade e a falta de perspectivas; (Sul – não há relação determinante entre localização e subdesenvolvimento)
e) O Brasil é um país localizado, quase que totalmente, no hemisfério sul, daí ser considerado um país do Sul. Nossa economia tem no setor primário intensivo sua principal marca, enquanto a indústria nacional tem se expandido, principalmente junto ao litoral, onde, originalmente, encontra-se o bioma “Mata Atlântica”. (não há relação determinante – todos os setores, sendo que no primário seguimos com predomínio da forma “extensiva”).

09. Analise a imagem abaixo.
Leia as afirmações abaixo:
I- O gráfico mostra, sobretudo, a carência de água no Brasil, comparado à média mundial, problema este agravado pelo uso inadequado dos recursos hídricos; (o Brasil é rico em recursos hídricos, comparado à média mundial)
II- O gráfico deixa claro que a agropecuária é a principal responsável pelo consumo de água no Brasil;
III- O gráfico deixa claro que o processo de urbanização em nada contribuiu para o aumento no consumo dos recursos hídricos, especialmente nas áreas conurbadas. (contribui e muito, basta comparar os usos urbano e rural – as áreas conurbadas são grandes consumidoras de água)
Quanto às afirmações acima, somente a II é verdadeira:

10. Observe a imagem abaixo.
Leia as afirmações abaixo:
I- A imagem ao lado diz respeito, sobretudo, à última fase da indústria moderna; (primeira)
II- A imagem ao lado diz respeito, sobretudo, à fase da indústria marcada pela intensa divisão do trabalho e grande impacto sobre o meio ambiente;
III- A imagem ao lado diz respeito, sobretudo, à fase da indústria que sucedeu à Idade Antiga, onde o homem passou a ser “protagonista” em relação à máquina. (Idade Moderna – máquina assumiu o protagonismo frente ao homem).
Quanto às afirmações acima, somente a II é verdadeira.

domingo, 6 de agosto de 2017

ATENÇÃO, TURMAS 22, 23, 31, 32 E 33

Tudo bem? Conforme já informado aos "monitores", a ordem de apresentação dos grupos (Trabalho do Segundo Trimestre) será a que segue:
Dia 07/08 - Temas 01 ao 05;
Dia 08/08 - Temas 06 ao 09.
Boa apresentação!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

ATENÇÃO: TURMAS 22, 23, 31, 32 E 33

AVALIAÇÕES DO SEGUNDO TRIMESTRE
Prof. Gilvan
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br


TURMA
PROVA TRIMESTRAL
PROVA DE RECUPERAÇÃO
TRABALHO
22
14/08
21/08
07/08
23
14/08
21/08
07/08
31
14/08
21/08
07/08
32
14/08
21/08
07/08
33
14/08
21/08
07/08


sexta-feira, 28 de julho de 2017

NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Prof. Gilvan
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br



                Por meio desta, em respeito à comunidade escolar, INFORMO que a partir do dia 31 de julho do presente ano, após mais de uma década como Coordenador, estarei me afastando do Setor de Disciplina. Quanto aos motivos, não parece oportuno e adequado expô-los aqui, mas dizem respeito a uma série de questões, a maioria delas, alheias à minha vontade. Agradeço, primeiramente, a Deus pela sua enorme bondade. Meus sinceros agradecimentos, ainda, aos colegas de Setor (Ernesto, Luís, Thaís, Jonathan e, até pouco tempo, Márcia), professores, SSE, SOE, SOR, funcionários em geral (portaria, secretaria, limpeza, etc.), pais e, principalmente, ALUNOS, pois são estes últimos que dão razão à existência de uma instituição de ensino. Espero – e tenho convicção de que o fiz – ter contribuído para formação integral de algumas gerações (trabalho no Instituto de Educação São Francisco desde 1992), formação esta marcada pela ética, profissionalismo, competência e, principalmente, crença no ser humano. A partir de agora, atuarei apenas como professor de Geografia das turmas de Segundo e Terceiro Anos, função esta que seguirei exercendo com excelência e zelo.   

domingo, 2 de julho de 2017

ATIVIDADE PARA AS TURMAS 22 E 23 (PARA QUEM NÃO FOI A BENTO)

ATIVIDADE PARA AS TURMAS 22 E 23
Prof. Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br


Tudo bem? A presente Atividade deverá ser realizada, individualmente, pelo(a) aluno(a) que não foi a Bento Gonçalves (passeio pedagógico). Valerá até 3,0 (três) pontos, devendo ser entregue ao Professor até, no máximo, o dia 12 de julho de 2017. Como estamos estudando alguns problemas ambientais, a ideia é registrarmos, refletirmos e discutirmos, de maneira propositiva, algumas ações humanas danosas ao meio. A partir disso, deves montar um “dossiê” (pasta) com as seguintes informações:
a) nome, número e turma;
b) Aponte, no mínimo, 03 (três) ações, em tua rua/bairro, que tragam prejuízo ao meio ambiente;
c) Analise as ações por ti apontadas, buscando estabelecer as consequências das mesmas para o meio ambiente;
d) Faça uma entrevista com um dos teus responsáveis (pai/mãe/etc.) acerca dos problemas por ti apontados. A referida entrevista deverá trazer nome completo e grau de parentesco do entrevistado, bem como, no mínimo, 03 (três) perguntas devidamente respondidas por ele;

e) Anexe ao Trabalho fotos tiradas por ti que ilustrem uma ou mais das respostas acima. Deves aparecer, no mínimo, numa das fotos. 

sábado, 1 de julho de 2017

O GRANDE LIXÃO DO PLANALTO CENTRAL

O GRANDE LIXÃO DO PLANALTO CENTRAL
Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br




                Surpreende a decisão do STF em permitir que um Senador da República, até então afastado por flagrante envolvimento em crime, retornasse ao convívio com seus pares no Congresso Nacional? Acredito que não! Mais do que isso, a decisão do Ministro do Supremo vem ao encontro da lógica e da coerência, afinal, lugar de lixo onde é, senão na lixeira? Brasília, e o que ela representa, é o grande lixão nacional. A cidade fede. O chorume nauseantemente fétido corre pelas ruas e avenidas largas da capital federal. A mistura de togas prepotentes, caras fatiotas e ternos imponentes, todos eles a contrastarem com a roupa maltrapilha de quem paga a vergonhosa conta, exala a inhaca típica da histórica sujeira sob o tapete da malfadada República. Sobrevoando Brasília, além de jatinhos movidos à propina e troca de favores espúrios, revoadas de cupins e urubus. Enquanto os primeiros consomem, sorrateiramente, os alicerces da democracia, os segundos lambuzam os bicos com a carniça resultante de tantos sonhos destruídos. O lixão de Brasília é lugar predileto, ainda, dos incontáveis ratos, estes das mais variadas cores e pretensas ideologias. Infestam os salões e plenários, deixando o inconfundível e malcheiroso rastro por onde passam. Sentem-se em casa, tomam conta da tribuna e – pasmem – ousam tecer discursos em nosso nome. Brasília está jogada às moscas. Nasceu assim, cresceu assim, é mesmo assim, mas será sempre assim? A maldição de Gabriela estará selada? Os seres vis, abjetos e infames que tomaram conta de Brasília acreditam que sim. Locupletam-se, por isso, às custas de qualquer pudor, pois acreditam e apostam na impunidade, no “jeitinho”, nas brechas da legislação, na caneta da magistratura e em tantos outros subterfúgios típicos de uma republiqueta que desconhece o verdadeiro Estado democrático de Direito. Confundem, e tentam nos fazer confundir, “contraditório” com “protelatório”, “ampla defesa” com “safadeza”, “transitado em julgado” com “a perder de vista”... Enquanto isso, a saúde do eleitor, do contribuinte, do trabalhador, da gente honesta, enfim, da maioria – quase sempre silenciosa, feito gado no brete pronto para o abate – vai de mal a pior. Esvaem-se não apenas as forças, mas a seiva da esperança e a crença de que seja possível um país melhor. Ponha-se fim, portanto, ao lixão. Salvem-se os dedos, ainda que, para isso, perca-se o anel entalado no coração do país. Anel que soa como ouro, pavoneia-se como joia, mas que, no fundo, representa o que temos de pior, mais desumano, degradante e vexatório. Verdadeiro lixão no Planalto Central.  

quarta-feira, 28 de junho de 2017

SALA DE AULA: PROTAGONISMO DE QUEM?

SALA DE AULA: PROTAGONISMO DE QUEM?
Prof. Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br




                Tem sido comum vermos nossos colegas, professores, “correndo” errado dentro das quatro linhas do campo. Não surpreende, portanto, o cansaço, estresse e péssimos resultados obtidos na sala de aula. Alunos distraídos, indisciplinados, irrequietos, com rendimento muito aquém do razoável, beirando, por vezes, a mais absoluta mediocridade. Gasta-se muita energia, sem o retorno minimamente esperado. As baixas notas nas provas apenas corroboram o triste “círculo vicioso”, onde todos perdem. Assim tem caminhado o ensino neste país. O abismo, há muito deixou de estar “acolá”, sendo uma triste e presente realidade, comprometendo a saúde do professor e lançando no lixo qualquer esperança acerca de uma educação de qualidade. Inexistem receitas frente a desafios tão complexos. Contudo, urge uma profunda reflexão a respeito do caótico quadro da aprendizagem de nossos educandos, reflexão esta que precisa ser propositiva, viável e, acima de tudo, construída de forma coletiva, deixando de lado velhos e carcomidos ranços e apontando (apostando!) para um norte. Tamanho envolvimento requer disposição, envolvimento, planejamento, investimento e uma gestão competente, capaz de ouvir, contrapor e, sobretudo, agir, deixando de lado o discurso vazio e, no caso das escolas privadas, às vezes, meramente comprometido com a dita “saúde financeira” das referidas instituições. O professor, por sua vez, tem um papel fundamental no processo de refundação do ensino. Precisa repensar sua ação pedagógica, deixando, quiçá, de carregar a pesada cruz que, muito comumente, tem sido colocada sobre seus ombros. O protagonismo na sala de aula cabe a quem? Aqui, talvez, a principal pergunta a ser feita e respondida quando da busca de uma melhor qualidade de ensino. Irônica e contraditoriamente, o professor tem atribuído ao aluno um papel de coadjuvante, estratégia esta, diga-se de passagem, por vezes inconsciente e não dolosa. O educando, a maior parte do tempo, é levado ao anonimato, sumindo em meio ao grande e irresponsável número de colegas. É, quase sempre, apenas um “número na chamada” ao longo do dia, da semana, do mês, do ano letivo... Tem sido comum vermos o professor jogar em todas as posições: planeja a aula, explica o conteúdo, gasta a saliva à exaustão. Quando pergunta, ele mesmo responde. Enquanto isso, o aluno segue ali, feito paisagem-morta, indiferente, sonolento, descomprometido com aquele enredo que, para ele, “não lhe pertence”, “não lhe diz respeito”. Campo fértil à tergiversação, conversas paralelas e completo descaso com o desfecho da história. Há, porém, um raro momento – talvez, único – em que o aluno é chamado a assumir o papel de protagonismo: a prova! Quase sempre “individual” e “sem consulta”... Pode haver maior protagonismo do que esse? Tal questionamento soaria como engraçado, não fosse trágico. Representa a flagrante incoerência do processo ensino-aprendizagem levado a cabo na esmagadora maioria das instituições de ensino, públicas e privadas. Espera-se do aluno um protagonismo equivocado e inoportuno, frágil e traumatizante, mal pensado e malfadado. Ao educando, cabe uma outra espécie de protagonismo, não pontual ou esporádico, não simplista ou impessoal, não “fechado” ou cerceado. Há de se buscar, isto sim, um protagonismo permanente e contundente, humano e fraterno, amplo e franco. A escola, e a sala de aula de maneira particular, precisa se transformar no verdadeiro palco da aprendizagem, conciliando os currículos formal e oculto, lançando seus holofotes sobre aquele que deve ser, de fato e de direito, seu principal ator: o aluno!  

segunda-feira, 12 de junho de 2017

ATENÇÃO TURMAS 22, 23, 31, 32 E 33

AVALIAÇÕES DO SEGUNDO TRIMESTRE
Prof. Gilvan
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br


TURMA
PROVA TRIMESTRAL
PROVA DE RECUPERAÇÃO
TRABALHO
22
14/08
21/08
07/08
23
14/08
21/08
07/08
31
14/08
21/08
07/08
32
14/08
21/08
07/08
33
14/08
21/08
07/08


TRABALHO DO SEGUNDO TRIMESTRE

                Tudo bem? Vamos ao Trabalho do Segundo trimestre? A ideia é trabalharmos alguns temas bastante atuais e preocupantes que, direta ou indiretamente, atinge a cada um de nós. O Trabalho será individual ou em grupo (máximo seis integrantes) e versará sobre um dos assuntos abaixo, conforme determinação do Professor.
01. A corrupção no Brasil: aspectos históricos, causas, dados, consequências e perspectivas?
02. Formas e Sistemas de governo no mundo: quais são? Distinção entre eles? Características? Vantagens e desvantagens? Exemplos? Brasil: passado e presente?
03. Reforma da Previdência no Brasil: o que é Previdência Social? Alegações favoráveis e contrárias à Reforma? Dados? Perspectivas?
04. Reforma Trabalhista no Brasil: o que é a CLT, sua história e importância? Alegações favoráveis e contrárias à Reforma? Dados? Perspectivas?
05. Os partidos políticos no Brasil: o que é um partido? Importância? História político-partidária no país? Unipartidarismo, bipartidarismo e pluripartidarismo? Principais partidos políticos brasileiros? Perspectivas?
06. Redes Sociais: histórico? Impacto e uso? Ciberbullying: o que é, desdobramentos sociais e jurídicos? Limites da liberdade de expressão? Perspectivas?
07. A violência contra a criança no Brasil: causas? Tipos? Consequências? Dados? Legislação? Perspectivas?
08. A precariedade do ensino (público e privado) no Brasil: história, causas, consequências, dados, perspectivas? 
09. A precariedade do sistema prisional no Brasil: histórico? Causas? Dados? Consequências? Perspectivas?
                O Trabalho será apresentado em aula, conforme datas estabelecidas pelo Professor. O tempo de apresentação será, no máximo, de 15 (quinze) minutos, incluindo a apresentação do vídeo (entrevistas). A seguir, os critérios de avaliação:
a) apresentação individual – até 4,0 (quatro) pontos;
b) criatividade do grupo – até 3,0 (três) pontos;
c) organização do grupo – até 1,0 (um) ponto;
d) vídeo com entrevistas – até 2,0 (dois) pontos. 
                Quanto às “entrevistas”, deverão ser feitas em vídeo, contando com a participação de, no mínimo: um professor, um pai (mãe) e um aluno da escola. As perguntas deverão versar sobre o respectivo tema, devendo constar, ainda, a identificação dos entrevistados (nome, profissão, etc.). O vídeo não poderá ultrapassar os 05 (cinco) minutos.


Bom trabalho! 

segunda-feira, 5 de junho de 2017

ATIVIDADE PARA AS TURMAS 22 E 23


                Tudo bem? No dia 07 de junho terás o privilégio de visitar a região de Bento Gonçalves, área esta de colonização italiana. Prestes muita atenção nos aspectos naturais (clima e relevo, por exemplo), humanos (formação étnico-cultural) e econômicos. A partir disso, deves montar um “dossiê” (pasta) com as seguintes informações:
a) nome, número e turma;
b) Quando e como vieram as famílias que colonizaram a região de Bento Gonçalves?
c) Quais as principais causas da referida imigração?
d) Aponte algumas curiosidades acerca da arquitetura da região.
e) Aponte algumas curiosidades acerca da culinária da região.
f) Aponte algumas curiosidades acerca da religiosidade da região.
g) O que mais chamou tua atenção na visita a Bento Gonçalves?
h) Anexe ao presente Trabalho fotos tiradas por ti que ilustrem uma ou mais das respostas acima. Deves aparecer, no mínimo, numa das fotos.
                Esta Atividade valerá até 3,0 (três) pontos, devendo ser entregue ao Professor até, no máximo, dia 14 de junho de 2017. Bom passeio!

quarta-feira, 31 de maio de 2017

ATIVIDADE PARA AS TURMAS 31, 32 E 33



Tudo bem? Assista ao documentário acima e ao "trailer" a seguir: https://youtu.be/2xb9Ty-1frw
Após, respondas ao que se pede:
01. O que os vídeos têm em comum?
02. Analise a afirmação: "a religião alimenta a violência".
03. Pesquise acerca de um dos conflitos atuais no continente africano, observando:
a) local do conflito;
b) causas do conflito;
c) curiosidades acerca do conflito;
d) consequências do conflito;
e) opinião pessoal.
04. O que mais chamou tua atenção no "trailer" do filme "Beasts of No Nation"? Por quê?
A presente Atividade valerá até 1,5 (um ponto e meio), devendo ser apresentada (corrigida) em aula no próximo encontro de Geografia.
Bom trabalho!





terça-feira, 4 de abril de 2017

AS MURALHAS DE JERICÓ

AS MURALHAS DE JERICÓ
Gilvan Teixeira
blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br

Gritou, pois, o povo, e os sacerdotes tocaram as trombetas. Tendo ouvido o povo o sonido da trombeta e levantado grande grito, ruíram as muralhas, e o povo subiu à cidade, cada qual em frente de si, e a tomaram. (Josué 6; 20).

            Jericó fica aqui. Encravada no meio de Cachoeirinha, bem que poderia estar em Brasília, São Luís, Recife, Porto Alegre... Marcada pelo pecado, há muito a Câmara da cidade busca esconder suas vergonhas por detrás das muralhas, como se estas fossem capazes de escamotear o fétido cheiro exalado por tamanha imundície. Corre solta, ali, a pior espécie de prostituição, aquela onde são vendidas consciências, negociadas em nome de uma pretensa governabilidade. Como moeda de troca, alguns cargos em comissão, alimentando um ignóbil círculo vicioso, onde quem mais perde é o cidadão comum. Jericó é um lugar contaminado, vingando nela a falsidade e o narcisismo doentio. Apesar de muito feios, os que nela habitam, pavoneiam-se, buscando amainar a imagem bizarra por meio de trajes, penteados e perfumes que vão do caro ao cafona, do exagerado ao ridículo. Jericó custa caro, muito caro, ao contribuinte. Enquanto este convive com a violência, o desemprego, o ônibus lotado, a precariedade do ensino e a falência da saúde, Jericó esbanja suntuosidade. Bela arquitetura, veículos caros, ambiente climatizado, papel higiênico de invejável textura... Parece outro mundo. Jura ser o centro do universo, a Casa do Povo. Não surpreende, pois que risível e pífia a inteligência de sua gente. Quiçá, por isso, tamanha indiferença com o destino da educação para além de suas muralhas. Sim, outro mundo, aquele de um passado marcado pelo coronelismo e troca de favores. Apesar de ínfima no tamanho, os arredores de Jericó servem de latifúndio aos que tomaram assento (ou será de “assalto”?) no lugar. Elegem-se e reelegem-se com a dor e sofrimento alheios. Para os habitantes de Jericó, o fracasso dos serviços públicos, feito cabeleira de Sansão, representa força. Faltou remédio? Adivinha, lá está o coronel para consegui-lo. Faltou a lâmpada na rua, sobrou entulho na frente de casa, precisou de vaga na creche? O coronel, como que num passe de mágica, logo aparece. Feito vampiros, alimentam-se do sangue da gente desgraçada e pobre. Inebriados por um misto de gratidão e profunda ignorância, o eleitor faz de Jericó um lugar de privilégios eternos, onde viceja o nepotismo e a relação promíscua entre interesses público e privado. Pode sair algo bom de Jericó? Como quadrilha, os demais Poderes comungam à mesa de Jericó, restando ao povo não mais do que míseras migalhas. Comum é o viajante confundi-la com Babel, tamanha é a confusão de siglas a formarem o triste mosaico. Não passam de letrinhas mortas, destituídas de sentido e carentes de ideologia. Outros, a confundem com Sodoma, tal a impureza de Jericó. A leitura da Bíblia, junto a seus portões, há de livrá-la da ira divina? Servirá de carranca contra a fúria do povo? Certo é que hoje tem soado como deboche aos que, naquele lugar, ainda buscam algum socorro. A fé em Jericó é protocolar, não mais do que mero e insuportável formalismo. Ouve-se, a todo instante, feito mantra, os nomes de seus senhores. “Presente, presente, presente...”. Pudera, é um dos raros momentos em que parecem existir. Buscam, talvez, dar significado à própria insignificância. Jericó parece enferma, combalida, moribunda. Suas muralhas parecem ruir. Ouvem-se as trombetas anunciando novos tempos. Jericó chegou ao fim (!?)

domingo, 2 de abril de 2017

ATIVIDADE PARA AS TURMAS 22, 23, 31, 32 E 33



Tudo bem? Peço que assistas ao vídeo acima com teu responsável (pai, mãe, etc.), discutindo a "letra" da música com ele (ela). Após, respondas:
01. Nome, número e turma do aluno;
02. Nome do responsável;
03. O que, no ponto de vista de teu responsável, mudou daquela época (1987) em relação a hoje? A crítica expressa na música ainda é válida? Por quê?
04. O que, no ponto de vista de teu responsável, deve e pode ser mudado para melhorar este país? Concordas com ele? Justifique.
A presente Atividade valerá até 1,5 (um ponto e meio), devendo ser respondida no próprio Blog, no máximo até o dia 16 de abril de 2017. Desde já, agradeço a participação de todos e lembro a importância da família no processo ensino-aprendizagem

terça-feira, 28 de março de 2017

FRATERNIDADE: BIOMAS BRASILEIROS E DEFESA DA VIDA


FRATERNIDADE: BIOMAS BRASILEIROS E DEFESA DA VIDA
Gilvan Teixeira
 Blog: profgilvanteixeira.blogspot.com.br
 
 
            A Campanha da Fraternidade 2017, assim como a do ano anterior, vem ao encontro não apenas de nosso componente curricular, a Geografia, mas de todos os demais. É um convite à reflexão propositiva. O tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” ultrapassa a mera questão teórica e sacode a consciência de cada um de nós, queridos ouvintes. Longe de ser uma discussão “pedante” e “acadêmica”, a preocupação com nossos biomas é, sobretudo, a preocupação com o próprio homem. Diz respeito à minha e à tua vida, meu amado. Diz respeito à nossa família e à nossa comunidade. Diz respeito, ainda às futuras gerações. O que temos feito com o espaço onde nascemos, trilhamos e descansamos nossa cabeça? Qual é o tratamento que temos dispensado ao meio em que vivemos? O que temos feito das maravilhosas dádivas que, ao longo da história, Deus tem colocado a nossa disposição? Como tem sido a relação da maior obra-prima divina, o homem, com seu espaço? Formados à semelhança de Deus, contudo, ao contrário do Criador, temos agido temerária, irresponsável e despotamente. Muito comumente, colocamos nossa razão a serviço de um hedonismo doentio, narcísico e materialista, nos distanciando dos mais elementares ensinamentos de Deus. Nosso olhar estrábico há muito vem se rendendo à catarata da indiferença, fazendo pouco caso dos frutos do amor. Dom Jaime, num encontro de escolas católicas, foi enfático ao lembrar que a maior crise da atualidade é de ordem “antropológica”, ou seja, uma crise de valores. O pano de fundo, sombrio e funesto, por detrás da “coisificação” do ser humano é o mesmo que tangencia a perversa relação entre o homem e seu espaço. Sofrem os biomas brasileiros, de norte a sul, do nascente ao poente. Ameaçados estão não apenas os recursos naturais, a fauna e a flora, mas também o próprio homem e suas mais diferentes culturas. Afinal, homem e meio são indissociáveis. Há como que uma imbricação necessária entre ambos. Pensar em dignidade da pessoa humana sem perpassar pela questão “espacial” soa como estranho e nada inteligente. Grandes ações são necessárias? Sim. Políticas de Estado e de governo são, por certo, bem-vindas. Investimentos em educação, saneamento, mobilidade urbana, reflorestamento, uso racional dos recursos naturais, etc.. Contudo, a mais urgente e eficaz mudança é “cultural”, comunitária, familiar, individual. Começa por mim, por ti, por nós, caros ouvintes. Façamos a nossa parte. Comecemos por nossa casa, trabalho, escola. Comecemos, sobretudo, pela forma como nos relacionamos com o outro, amando, valorizando, respeitando... Ao fazê-lo, aí sim estaremos prontos a compreender o verdadeiro significado dos biomas, bem como nossa inserção e relação com os mesmos.